quarta-feira, julho 26, 2006

Não à Guerra


Movido por um sentimento misto de tristeza e revolta pelos lamentáveis e trágicos acontecimentos que têm marcado as noticias que nos chegam do médio oriente, queria deixar aqui neste espaço virtual um manifesto bem real de profunda indignação que sinto pela atitude autoritária e esmagadora de Israel e pelo fundamentalismo do Hezbollah. Longe vai o tempo da honradez dos cavaleiros da idade média que se defrontavam cara a cara e dos reis do início da nacionalidade que encabeçavam os seus exércitos. Os líderes políticos de hoje empurram os seus soldados para o campo de batalha, enquanto discutem os seus caprichos em salas com ar condicionado.

Movido pelo olhar desta criança, deixo aqui o meu manifesto e convido-o a deixar o seu também. Um simples "parem a guerra", um poema, uma oração, um lamento... aquilo que lhe for na alma.

3 comentários:

sara disse...

É verdade que este Mundo agora anda muoto às voltas, mas que fazer? Se cada um de nós olhar bem para o seu interior é possível mudar isto.
"Para mudares o Mundo, muda-te a ti em primeiro lugar".

prenes disse...

Já passaram longos dias desde do início desta triste vergonha, e mesmo assim ainda não dão sinais de abrandamento e muito menos recuo de posições. A meu ver, nem em sonhos se poderá dizer que é uma simples coincidência o facto que desde que aquela coisa a que apelidam de “bush” assumiu os destinos dos EUA, o médio oriente mais parece uma panela de pressão prestes a rebentar. Por favor ofereçam-lhe uma palystation para ele brincar sozinho sem incomodar a humanidade, o nosso mundo não é um jogo para se divertir com vidas humanas!!!

Anónimo disse...

sara tens toda a razão, quanto ao prenes sou da mesma opinião "desde que aquela coisa a que apelidam de “bush” assumiu os destinos dos EUA, o médio oriente mais parece uma panela de pressão".