quinta-feira, abril 25, 2013
sexta-feira, janeiro 11, 2013
S/ Título
Pensava eu que a indisponibililade para discutir assuntos, ainda que seja para provar que as propostas são um disparate, era um defeito da cultura política provinciana dos nossos autarcas, que de forma mais ou menos evidente, disfarçam a sua impreparação para estudarem os assuntos e a sua indisponibilidade para alteraram o status quo. Afinal o mal é transversal à nossa classe politica.
quinta-feira, janeiro 03, 2013
S/ Título
quarta-feira, outubro 31, 2012
Brincar com a realidade.

Brinca o PSD quando, numa atitude de quem tem o rei na barriga, menospreza a opinião dos partidos da oposição e até o seu parceiro de coligação.
sexta-feira, setembro 07, 2012
Haja um "Basta!"

inteiro indignado, come, bebe e diverte-se
indignado, mas não passa disto.
pacífica de revoltados”
sexta-feira, maio 28, 2010
Crise 1 - Valores 0
Sempre que tomamos posições, perdemos aqueles que se convencionou chamar amigos, mas que na verdade não passam de conhecidos. Como não me preocupo muito com isso (para isso bastaria criar uma conta no Facebook), pontualmente vou aqui expressando a minha opinião sobre alguns temas.
A resposta do Presidente da Republica à critica do Cardeal Patriarca de Lisboa por ele não ter vetado a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exprime bem o ponto ao qual chegou o peso esmagador que a economia tem sobre as nossas vidas, inclusive sobre a consciência de alguns. Argumentou o PR que não vetou a referida lei devido à gravosa situação económica que o nosso país atravessa.
Esquece-se o nosso mais alto magistrado, que o futuro do país passa não só por correctas medidas de natureza politica e económica, mas sobretudo pela defesa de valores sobre os quais assentam as relações sociais. Não há situações económicas favoráveis ou desfavoráveis para se defenderem valores. Ou há valores, ou não há.
terça-feira, setembro 29, 2009
Os limites da Liberdade

A liberdade sem limites não existe.
Fiquei absolutamente estupefacto ao verificar que na humilde terra onde vivo, o PNR obteve uma votação significativa, atendendo ao reduzido eleitorado. Os seus 22 votos, e uma percentagem de 3.8%, são motivos mais que suficientes para uma reflexão.
Apesar de se tratar de uma brincadeira de meia dúzia de amigos, parece-me que há limites para tudo.
Extrapolando este resultado para o contexto nacional, este partido xenófobo e racista, teria representação parlamentar, o que seria obviamente vergonhoso para um país com uma tradição humanista como Portugal.
Não podemos nunca, nem por brincadeira, subscrever os princípios que este partido defende. Admito que a maioria dos que votaram nem conheçam o partido nem os seus princípios (ou falta deles). Para fazer protesto, existe o voto em branco, ou uma enorme quantidade de partidos, alguns dos quais com programas simpáticos, e propósitos sérios, que ao crescerem a votação enriqueceriam a democracia.
A política não deve ser uma brincadeira. Quer queiramos, quer não, o desenvolvimento das sociedades passa inevitavelmente pela política. Más escolhas politicas conduzem a prazo a retrocessos civilizacionais.
domingo, setembro 27, 2009
Debaixo de olho

Com os resultados eleitorais desta noite, o partido de governo estará constantemente debaixo de olho. O Parlamento irá servir para aquilo que criado, e deixara de ser a passerelle da prepotência dos governos de maioria absoluta.
domingo, agosto 23, 2009
Índice de(s)Confiança

Sinto muito pouca confiança no futuro
quando vejo o Hugo Chávez elogiar Sócrates e imitar as suas políticas.
quarta-feira, abril 22, 2009
Atitudes



