sábado, setembro 29, 2007

Instantes

Instantâneo feito com o meu telemóvel. Às vezes tenho pena não andar sempre com a máquina ao ombro.

A imagem do poema...
"A luz oblíqua da tarde
Morre e arde Nas vidraças.

(...)A um canto cismo
Suspensa entre as horas e um abismo.

"Sophia de Mello Breyner

(sugestão de Helena Costa)

Foto: Casa do Povo de Vila Cova, 28 de Setembro de 2007.

1 comentário:

  1. A imagem do poema...

    "A luz oblíqua da tarde
    Morre e arde
    Nas vidraças.

    (...)

    A um canto cismo
    Suspensa entre as horas e um abismo."

    Sophia de Mello Breyner

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