

É frequente afirmar-se que o pretendente ao trono de Portugal é o pior argumento da causa monárquica.
nos últimos tempos o nosso Presidente da República tem-se encarregado de desmontar cabalmente essa teoria.

pack de 2 postas de pescada:
1 - uma religião que oprime, cheira a mofo e precisa de ser colocada a arejar.
2 - o facebook é uma moda e como todas as modas para além de irracional, baliza a fasquia por baixo.

Uma coisa é a coragem para cumprir as metas e objectivos necessários ao país para recuperar da crise em que está atolado, outra é colocar os mais desfavorecidos a pagar a crise que a classe politica e os mais ricos criaram, e ainda por cima dizer que será assim "Custe o que custar".
Haja tento na língua.

Desde a década de oitenta que a Câmara Municipal de Lisboa tem uma comissão da reforma da organização administrativa, ou reforma autárquica.
A sua existência há tantos anos prova, por um lado as dificuldades e bloqueios que existem na matéria, mas também atesta a necessidade e oportunidade da sua execução.
Não quero com isto aprovar ou desaprovar a tão falada reforma do mapa autárquico que agora se quer impor a reboque da cartilha da troika, que para além de questionável legitimidade, será de duvidosa eficácia.
O que importa aqui e acho lamentável é que se recuse a sua discussão e debate público. A reflexão alargada sobre o tema só nos alargaria horizontes e conduziria ao encontro de soluções que de facto melhorassem as condições de vida das populações.
Não entendo e até reprovo a posição de alguns autarcas que a recusam sem sequer discutir o que está em causa, e preferem manter-se ligados a uma divisão administrativa com base em pressupostos do passado.
Posso entender a discordância, mas não entendo a recusa da discussão.
na foto: Vilarinho da Furnas 2011