domingo, setembro 24, 2006

Convento de Banho - Pérola perdida


As ruinas do Convento de Banho, sitam no lugar do mesmo nome, em Vila Cova - Barcelos.
Este convento, datado do sec XI, tem estado há vários séculos ao abandono.
Parece que finalmente a Junta de Freguesia e a Câmara Municipal irão tomar deligências no sentido de desenvolver um museu arqueológico no local.

Aqui ficam algumas fotos que tirei recentemente e a sugestão para fazerem uma visita.

Amizade - uma faca de dois gumes



A amizade, é um dos sentimentos mais perciosos que podemos albergar no nosso coração.
Com a ajuda de um amigo somos capazes de ultrapassar barreiras que sozinhos nos pareceriam intransponíveis.
Há amizades de infância, há amizades que se fazem na tropa ou em algum momento dificil da vida, há amizades que resistem a todo o tipo de intempéries e há amizades que que se esfumam com a primeira brisa.
A amizade no seu expoênte máximo chama-se "ágape" ou como lhe chamam os católicos, "Caridade" ou "Amor" (S. Paulo). Mas não é a caridade da "piedadezinha" de quem dá uma esmola. É aquele sentimento que é capaz de fazer o bem sem olhar a quem, aquele sentimento que é capaz de amar o próprio inimigo, aquele sentimento que dá sem esperar nada de troca. Muitas vezes, as pessoas não entendem o verdadeiro significado da Caridade cristã.

Mas a amizade, tem um reverso da meldalha muito amargo, quando o nosso amigo nos trai pelas costas. Até se supera uma "facada" de um inimigo, porque estamos de certa forma a contar com ela, mas quando são aqueles que se dizem nossos amigos que nos traiem... a dor é insuportável.

sábado, setembro 23, 2006

Mais que um meio de transporte... um transporte de emoções

Muito mais que um meio de transporte, a Vespa é um objecto de design perfeito, porque concilia a funcionalidade à elegância. Ainda hoje quando vemos uma vespa, ficamos absolutamente arrebatados pela sua beleza e graciosidade.

quarta-feira, setembro 20, 2006

Lendária Leica, rende-se ao digital


Foi já anunciada a novíssima M8. Herdeira da mítica série M analógica que começou a ser fabricada em 1953 e foi a máquina mais desejada de sempre dos fotojornalistas pela sua facilidade de manuseio, silêncio, qualidade de construção e óptica invejável.
A sua adaptação ao digital, constitui a maior e mais arrojada alteração a que a marca se sujeitou desde meados so século passado. Falta saber se a sua qualidade, comparando com por exemplo a Canon e a Nikon com já bastante tradição no sector,vai ser capaz de convencer mesmo os "Leicomaníacos" a gastar 4000 euros numa máquina com quase as mesmas caracteristicas de uma de 2000 euros ou menos. Talvez a mística a salve, e a mais valia de ter como clientes alguns dos maiores fotografos de sempre, como por ex Henri Cartier-Bresson, Sebastião Salgado, Robert Kapa, lhe garanta a continuidade da lenda.

quarta-feira, setembro 13, 2006

Momentos



Há momentos, que são capazes de nos fazer esquecer a internet, o telemóvel, o DVD, a televisão... tudo...tudo.

... nós é que nos esquecemos que a FELICIDADE existe desde muito antes destas nossas "felicidadezinhas".

quinta-feira, agosto 24, 2006

fotos com telemóvel



Às vezes, temos a ideia (errada), que para fazer fotografia, é preciso uma excelente máquina fotográfica, boas lentes, tripé, filtros... etc, etc. Eu também já sofri desse complexo. Mas à medida que me fui interessando pela fotografia, fui constactando que nem sempre a evolução da técnica, significou uma melhoria na qualidade das fotografias que nos chegam atravez dos jornais, revistas, livros e até mesmo as fotos que tiramos à familia. Quantas vezes não ficamos de boca aberta com a qualidade de algumas fotografias que os nossos pais ou avós, guardam lá na caixinha das recordações? Nessa altura, as máquinas fotográficas eram rodimentares e exigiam muitas vezes uma grande perícia na medição da luz e no acerto da focagem. Mas as pessoas viam a fotografia como uma arte. A sua dificuldade envolvia a "Photografia" de uma certa aurea de respeito e admiração. O proliferar das máquinas totalmente automáticas, generalizou a fotografia, mas não dotou as pessoas de sensibilidade. Hoje qualquer máquina mede a luz com exactidão, foca automáticamente e deixa para o fotografo a única tarefa de enquadrar e carregar no botão. Falta a parte mais dificil.
Esta série de fotografias foi tirada com um simples telemóvel com 1.3 megapixels de resolução e devo admitir que gostei do resultado final. Partilho-as aqui convosco e deixo o desafio... fotografe mais. A qualidade das fotografias não está relacionado com a máquina que tem, mas com a quantidade de fotos que tira.

sábado, agosto 12, 2006

Concurso de Fotografia e Escrita do Creixomil on-line


O Blog Creixomil On-line, da responsabilidade do meu grande amigo Ricardo Enes (prenes para os cibernautas) está a promover um concurso de Fotografia e Escrita sobre a Freguesia de Creixomil.
Todos podem participar em qualquer uma das vertentes, bastando para isso de enviar um mail para o mailto:creixomilonline@gmail.com, com um texto ou fotos (recentes ou antigas). Os interessados poderão consultar o regulamento aqui.

Como cidadão de Creixomil, não posso deixar de aplaudir esta iniciativa que é um excelente exemplo de como podemos colocar as novas tecnologias ao serviço da Cultura e das populações. Talvez esta iniciativa sirva de motor de arranque para outras instituições que mercê do seu estatuto muito mais facilmente poderiam ( e porque não dizer... deveriam) promover a nossa identidade cultural.

Faço aqui um apelo a que todos participem.

Parabéns Ricardo por mais esta excelente iniciativa.

quarta-feira, julho 26, 2006

Não à Guerra


Movido por um sentimento misto de tristeza e revolta pelos lamentáveis e trágicos acontecimentos que têm marcado as noticias que nos chegam do médio oriente, queria deixar aqui neste espaço virtual um manifesto bem real de profunda indignação que sinto pela atitude autoritária e esmagadora de Israel e pelo fundamentalismo do Hezbollah. Longe vai o tempo da honradez dos cavaleiros da idade média que se defrontavam cara a cara e dos reis do início da nacionalidade que encabeçavam os seus exércitos. Os líderes políticos de hoje empurram os seus soldados para o campo de batalha, enquanto discutem os seus caprichos em salas com ar condicionado.

Movido pelo olhar desta criança, deixo aqui o meu manifesto e convido-o a deixar o seu também. Um simples "parem a guerra", um poema, uma oração, um lamento... aquilo que lhe for na alma.

segunda-feira, julho 24, 2006

Retratos

Adoro retratos. É uma das facetas da fotografia que mais me agrada. É fascinante conseguir uma representação pictórica em que somos capazes de identificar não só a pessoa em si, mas sobretudo o que vai dentro dela. O olhar, é a janela que nos leva à alma do fotografado. Ao longo destes últimos anos, tenho feito alguns retratos que me realizaram como fotografo amador que sou.

Partilho alguns deles convosco.

quinta-feira, julho 20, 2006

A Tangente


Há pessoas para quem a vida é uma espécie de Avenida larga, ladeada de zonas verdes e onde o transito flui sem problemas. Outras, não têm tamanha sorte a sua vida poderia ser comparada a uma ruela estreita, impestada de obstáculos e cuja alternativa é um conjunto de becos sem saída. Porém, em alguns casos, estas últimas pessoas têm em algum momento da sua vida a sorte de fazerem uma tangente com essas tais avenidas largas e agradáveis. Contudo, e não raras vezes, essas malogradas pessoas estão quase sempre nesse momento mais preocupadas em sair do beco em que se meteram ou empenhadas em ultrapassar os vários obstáculos que têm pela frente, que nem dão pela sorte que lhes passa alí ao lado.
O meu amigo Fernando Lopes é uma dessas pessoas cuja vida lhe traçou uma tangente que, não fossem as contrariedades da vida, nos poderia revelar o seu grande talento musical. Dono de uma invulgar capacidade para improvisar e harmonizar, passou ao lado, quem sabe, de uma carreira de sucesso, ou pelo menos do seu reconhecimento como músico. A sua humildade e simplicidade aliado ao seu talento nato para a música, fazem dele uma daquelas pessoas que tenho orgulho em dizer que sou amigo. Quase sempre deixamos os elogios para fazer para momentos em que já não os podem ouvir. Por isso faço-o já.
Um abraço, Fernando!